11/12/2007
TrÊs músicas!
Enjoy...
Depois queria partilhar esta outra versão, instrumental, da mesma música mas tocada por um outro fulano, ao contrário do primeiro no peso, também é bom como o caraças - que é o mesmo que dizer que toca até dizer chega que é para não entrar em ordinarices! Só que este não canta. Toca guitarra como muito poucos no mundo!
Finalmente, o mesmo fulano, numa im...provisação im...pressionante! É caso para dizer:
"Ó meu grandessíssimo e alternadíssimo cão... Se fosses tocar para a pata que te pôs!..."
Ps: podem aproveitar quem tiver tempo de sobra e dar uma espreitadela a outros vídeos deste senhor guitarrista australiano de seu nome Tommy Emmanuel.
SAFEM-SE OS DOUTORES
…Então agora, e analisando somente aqueles “heróis” que conseguem acabar um curso superior, contem o número de “doutores” que habitam entre nós. Mas antes de contar respirem fundo, porque vão demorar algum tempo.
O nosso país, que importam aqui as glórias passadas, tenta agora dobrar o cabo de crise que tanto o atormenta, e, navegando sem vela, num barco de casco roto, de patilhão antigo, e com a corrente sempre contrária, não protege aqueles que mais vão ter que remar no futuro. Só que esses, mal saem das escolas de remo, os que saem, já querem ser doutores timoneiros, passando os remos para os outros que ainda não têm força.
Chegados ao Instituto Superior de Vela, sonham com a futura farda de Almirante. Aquela que ostentará medalhas de canudo, e que começam por Dr.
Porque o que é importante é querer comandar, desprezemos aqueles que remam, que, com sorte, talvez não saibam nadar se o navio nacional for ao fundo. E se for, então que se safem os que sabem nadar. Porque desta política para “safar”, percebem aqueles que a fazem.
É na condição de doutores da ideologia do suficiente, que nem cruza oceanos nem se afunda, que os agora Doutores almirantes vão querendo liderar os barcos, mesmo que sejam uns pequenos salva-vidas.
Superior é o curso, e DR a designação. E já se quis ser doutor. Agora quer-se ser alguém, entre os doutores que somos todos nós.

Tantas graduações, tantos mestrados, tantos doutoramentos. A este país de doutores, onde os verdadeiros estão lá fora e os que se safam são safados, digamos Basta. Ou melhor, Safa!!! – Ai, desculpe senhor Doutor!...
07/12/2007
Faz-me confusão...

29/11/2007
Não faz mal nenhum...Mas chateia-me
Há tempos fui fazer análises e a médica disse-me, quando soube que eu era arqueólogo, que o que a fascinava mais era a "filigrama" grega e romana! Que diabo! Estava à espera que uma médica, que em princípio é mais instruída que um varredor de rua, dissesse filigrana, ou que, pelo menos, se calasse para não dizer disparates.
E mais... a páginas tantas ainda rematou com outra bujarda. Numa das visitas dela a Roma viu umas ruínas que o guia que a acompanhou disse terem sido "Bordéus" (em vez de bordéis). O guia até deve ter dito bem. Ela é que não!
Para além destas pequenas grandes coisas que me fazem logo rotular pessoas que não conheço de uma forma rapidamente involuntária, ainda há outras que, apesar de não serem tão graves, me irritam. Não por serem propriamente erros de gramática mas por serem falta de esforço na dicção oral.
Por que raio é que há pessoas que insistem em dizer "Salchichas" em vez de Salsichas e "Manchéchetér" em vez de "Manchéçetâr" (Manchester). É que o que aqui me irrita é o facto de, na maior parte dos casos, elas até saberem como é que se escreve. Só não se importam com o facto de parecerem idosos de 90 anos sem placa a pronunciar palavras...
E nem estou a falar das "Chalchichas"...
"Chiça!" (e não chixa) será assim tão difícil falar pelo menos com cuidado!?...
21/11/2007
Arqueossismologia - primeiras referências nacionais!?
O II Encontro de Arqueologia da Arrábida, numa homenagem ao arqueólogo A. I. Marques da Costa, focou-se numa abordagem panorâmica de muitos dos trabalhos que se têm vindo a desenvolver na região do distrito de Setúbal mas, e é aqui que quero chegar, destacou-se pela referência à hipótese arqueossismológica para a destruição de alguns sítios conhecidos, nomeadamente do período romano.
Embora ainda pouco sustentada, a arqueossismologia começa a ser posta em prática e a sua aplicabilidade definitivamente reconhecida.
Pelas pessoas do Doutor Carlos Tavares da Silva e Doutora Françoise Mayet a hipótese sísmica para a destruição e abandono de alguns sítios costeiros do período romano, sustentada a partir de níveis arqueológicos balizados cronologicamente entre o final da segunda metade do sec. II d.C. e os início da primeira metade do sec. III d.C., tomou forma numa apresentação bastante equilibrada e coesa sob o ponto de vista científico, uma vez que se baseou na comparação crono-morfológica de níveis arqueológicos de abandono idênticos.
Tenho, contudo, uma opinião muito pessoal e restrita em relação a essa abordagem hipotética (aliás só a afirmo aqui porque também já o havia feito pessoalmente à Doutora Françoise Mayet embora de uma forma mais resumida). A minha opinião em relação à hipótese, ainda que bastante tentadora, de abandono daqueles sítios arqueológicos por causa de um forte sismo seguido de um tsunami, é ainda um pouco precipitada. Apesar de se basear em fontes seguras que afirmam e comprovam a existência de um forte episódio sísmico no golfo de Cádiz, mais concretamente na cidade romana de Baelo Claudia, ainda não foram encontradas provas arqueossismológicas de um evento como este noutros sítios costeiros do mesmo período mais a sul do nosso território, factor que seria essencial para suportar a teoria de um sismo com epicentro no oceano atlântico e que teria afectado toda a costa SW da Península Ibérica. Segundo o artigo de P. G. Silva et al (2005) - Archaeoseismic record at the ancient Roman City of Baelo Claudia (Cádiz, south Spain), o epicentro sísmico que destruiu a cidade romana de Baelo terá sido, em princípio, na zona de Gibraltar.
Para além disso este artigo ainda refere outros dados que não jogam a favor da recente teoria luso-francesa: foram encontrados vestígios de destruição sísmica que apontam para dois episódios diferenciados - um por volta de 50 d.C. e outro por volta da segunda metade do século IV d.C. Muito embora tenham deixado em aberto a hipótese de um epicentro mais afastado da costa de Cádiz - talvez no atlântico -, e até façam referência à eventualidade de toda a costa SW da Península Ibérica ter podido observar diversos episódios sísmicos ao longo da história, os autores desse artigo preferem enveredar por uma hipótese mais localizada para a origem das duas catástrofes.
Concluindo, nem as datas apresentadas para os sítios romanos no actual território português (numa área que se estende desde Setúbal até Sines) se coadunam com as da cidade de Baelo, nem a hipótese do epicentro sísmico comum para a destruição das duas zonas (Setúbal e Cádiz) se verifica muito provável. Contudo, relembro que os autores do referido artigo não afirmaram categoricamente a sua certeza quanto ao local do epicentro sísmico. Basearam-se apenas em probabilidades geologicamente atestadas.
Ainda assim queria deixar aqui espelhado o meu agrado pelo esforço multi-disciplinar efectuado pelos intervenientes e pela forma como foi proposta tal teoria que para muitos ainda é extraordinariamente estranha. De uma forma leve, mas nem por isso leviana, foi tocada pela primeira vez em Portugal e num congresso a que isso não se prestava, a hipótese arqueossismológica para a destruição de um sítio arqueológico, ou, neste caso, de vários sítios do mesmo período.
Apraz-me saber que o meu esforço de divulgação deste ramo da geoarqueologia não foi inútil, muito menos inoportuno!
19/11/2007
Terminal em obras!
Antes de começar a ordenar aqui mais letras vou primeiro explicar porque é que não tenho vindo ao Terminal terminar ideias (perdoem-me o pleonasmo cacofónico). Nestes últimos tempos tenho estado ocupado (trabalho; mestrado; saídas; chegadas...). Para além de ocupado, desinspirado! Para além de desinspirado, chateado.
Sim, e até mais que chateado, irritado com o "meu" clube de futebol. Não é preciso dizer que o Sporting anda a jogar mal e com pouca vontade (com excepção do jogo INTERNACIONAL com a Roma).
Fátima, Braga... Se isto continua assim e se o Sporting resolve começar a jogar mal contra todos os clubes pertencentes a cidades que tenham Sés e monumentos a "Nossa" Senhora... Estamos tramados, ou não fossemos nós um país profunda e vincadamente católico - apesar dos muitos não praticantes.
Por falar em não praticantes, há dias, em conversa de família, cheguei à conclusão que o Papa Benedito XVI (ou Bento pós tugas) disse a primeira coisa correcta até hoje. Parafraseando o procurador de Deus: "Não compreendo como é que podem haver católicos portugueses não praticantes!"
Concordo plenamente!
-"Epá eu!?... Eu sou católico não praticante!"
-"Não praticante? Como assim!?
-"Atão, acredito em Deus mas não vou à igreja nem rezo habitualmente! Não preciso de rezar para acreditar em Deus!"
Acho que se pode mudar esta pequena conversa para uma coisa do género:
-"Epá eu!?... Eu sou nadador não praticante!"
-"Não praticante? Como assim!?
-"Atão, acredito que sei nadar mas não vou à piscina nem nado habitualmente! Não preciso de nadar para acreditar que o sei fazer!"
Enfim, o extrema e católicamente ortodoxo Ratzinger lá mandou uma para a caixa. Mas afinal de contas que história vem a ser essa de católico não praticante. Ou se pratica, ou não se pratica! Ou se nada, ou não se nada! E mais nada!
A propósito do nada e voltando ao início quero deixar um conselho ao Senhor Paulo Bento: tente colocar em campo um onze habitual. Não sei!... Assim de repente, e aqui para nós que somos só nós, o Sporting até podia começar a habituar-se a JOGAR EM EQUIPA!!! E não me venham com a desculpa das lesões porque as que houve foram logo no início da época.
Com tanta experiência até pode ser que a gente experimente não ganhar mais uma época! Ãh!!! Ora vamos lá experimentar!...
Ou serão os jogadores do Sporting não praticantes!?...
-"Não praticantes? Como assim!?
-"Atão, acreditam que sabem jogar mas não jogam habitualmente! Não precisam de jogar bem para acreditar que o sabem fazer!"
Tatuagens Nominais

08/10/2007
100 Assuntos para Escrever ou As dezenas da escrita
A má Escrita pode ser um trinta e um.
A boa Escrita pode tornar-se Jazz dos anos quarenta, ou Rock dos anos cinquenta.
Mas mesmo quando a vontade se senta e a preguiça se tenta, são oitenta ou noventa as razões que impedem que a Escrita fique sem motivos para se fazer.
28/09/2007
Referendo

O Tuga!
-"Ó minha cabeça de pneu, atum é marisco!?"

24/09/2007
...Obrigado
Deixaram a minha norma arrumada no bolso durante dois minutos. Roubaram-me normalidade e só ma devolveram depois com abraços. Ofereceram-me uma linha que usei para amarrar o estômago e que só se partiu com os sorrisos dos outros.
Esses outros, enormes, serviram-se de mim para obter o prazer egoísta das oferta sem recibos, a sensação de conforto retirada da lembrança, o gosto saboroso do bolo da surpresa. Ganharam no fundo alegria. Ofereceram-me aquilo que eu acho que não cabe na palavra amizade: Sorrisos - tudo.
No dia 23 de Setembro, e organizada pela pessoa que mais respeito no mundo, a festa esperava-me impaciente, já sem jeito para se sentar nem forças para não gritar, num qualquer sítio que nem precisava de local certo e que passou da estereotipada decoração à mágica ilustração em menos de 3 segundos após se soltarem as vozes mal presas dos meus amigos.
Este texto, insuficiente, quer agradecer uma das melhores prendas que me deram até agora. Quer dizer a todos eles que o gesto sincero da presença se tornou muito mais que lembrança. Agora recordação. Sempre saudade.
Voluntário e já expurgado das intermitências lacrimais, agradeço o presente prazente e, ainda de espanto aberto, abraço-vos a todos com um grande Bem hajam.
Permeável e Permanente,
João
30/08/2007
Volta e Ida
Seja como for, e para não partilhar deliberadamente as memórias das férias que já se passaram, digo apenas isso mesmo: foram boas, obrigado, mas já passaram! Agora há-que trabalhar e aproveitar a oportunidade que o clima vai dando para andar de T-shirt, caso contrário terei mesmo de arregaçar as mangas...
Por falar nisso, nisso isto é, em mangas... É impressão minha ou esta expressão é obsoleta!? Não seria mais actual usar-se um "ligar o computador", por exemplo!? Embora admita que o acto de arregaçar o que quer que seja, ordinarices à parte, seja muito mais audaz e voluntarioso!!!
Depois logo se lê...
26/08/2007
Sem verso sem Tempo (converso com tempo)
Com lições de silêncio.
O Tempo gasta-se nas festas da infância
Sem emprestar minutos ao espelho.

Por isso é que gosto mais de decorar um segundo, primeiro, com uma rima; um minuto, segundo, com um verso; uma hora, ora aqui ora ali, com um texto espelhando aquilo que vejo naquilo que tento.
...
Tempo
Soluço
Tudo
Salpico
Imperfeito
Feito
Gesto
Ruína
Sono
Palavra
Astro
Pó
Nome
Nada...
Verbo!?
Como é que se conjuga Tempo?
09/08/2007
Férias e Homenagem

Uma vez que os cinco dias de férias que tive no ano passado não souberam a nada, muito menos ao que quer que fosse, este ano e a partir de amanhã, vou dar 15 dias de descanso ao corpo e outros tantos de avanço ao cérebro. Irei praticar aquele desporto a que muitos gostam de chamar Não fazer peva e que eu tanto gosto de chamar Meditar.
Meditarei, portanto, sobre, e por exemplo, este meu blog que tenho vindo a construir nos intervalos da obrigatoriedade profissional e da escassez de motivação efectiva.
Vou, agora e para outros mais distraídos, 15 de férias, caraças, e vou aproveitar todos os 21600 minutos com a maior das tranquilidades...
E por falar em "tranquilidade" (leia-se [dranguilidâde]). Quero também, aqui e hoje, deixar a minha homenagem aos responsáveis pela campanha de venda da GameBox propagandeada no site do Sporting.

Boas férias!
08/08/2007
Canyoning
Fomos para o rio Teixeira e para a ribeira de Vessadas passar dois dias a namorar aqueles cursos de água com as cordas emprestadas pela escola que nos deu o curso.
Este desporto é considerado por muitos radical - embora eu não saiba bem porque é que se dá essa definição a desportos mais modernos. Na verdade, de radical só tem mesmo o prazer que proporciona ao praticante.

Simplesmente soberbo.
Aconselho a experiência e aqui fica o link da escola Desnível que nos deu o curso de iniciação.
Boas descidas...
Heartbeats
Que estes poucos minutos sirvam para melhorar o vosso dia. O meu melhorou.
05/08/2007
Pablo Francisco
Rir e chorar por mais!
Imitações impressionantes
As minhas imitações preferidas são definitivamente as do presidente dos estados unidos da américa, do Al Paccino, Robert de Niro, e do John Madden.
Deliciem-se
02/08/2007
Da ergonomia para a tampinha
31/07/2007
Quem é a Joana?
A utilização de um Tás aqui tás ali na altura certa, por exemplo, pode significar uma preponderante tomada de posição, importantíssima para o esclarecimento conjunto da lei do mais forte. Não é uma ameaça! É uma opção, não muito agressiva mas taxativa, de manifesto desacordo que, normalmente, responde a uma ofensa, uma provocação, ou mesmo uma insinuação pouco simpática por parte de alguém que, em princípio, nos conhece!
Esta é uma das grandes vantagens da nossa língua! Sim, da nossa! Porque apesar de as haver noutras línguas, as expressões que utilizamos quotidianamente são infinitamente superiores em número às de qualquer outro idioma - ainda não me debrucei sobre o mandarim... Para além disso, não há traduções possíveis para tantas frases-feitas que empregamos (algumas são tão brilhantes que deveriam ter direitos de autor) - e não adianta dizermos a um inglês You are here, you eating on the trunk, nem tão pouco You are here, you are there!!!

Se quisermos, podemos ver que quase todas têm mais ou menos uma explicação lógica. Atendendo ao anterior exemplo (aquele do "tás aqui, tás ali") depressa concluímos que o orador pretende fazer deslocar o corpo do ouvinte para outro lugar que não aquele onde se encontra presentemente, fazendo adivinhar um iminente soco, tipo upper-cut, com alguma força.
Mas no meio de tantas expressões que usamos, nunca ninguém me explicou quem era a Joana?
Ainda ontem, a ralhar com os meus cães - qualquer adepto dos canídeos sabe que eles entendem uma boa reprimenda, afirmei vocativamente: Ó meus grandes sacanas, isto não é a casa da Joana! Também podia, pura e simplesmente, ter feito a seguinte pergunta retórica, versão resumida da expressão anterior: Isto é o da Joana, ou quê!?
Mas quem sou para falar mal de uma pessoa que nem conheço? E mais...aquele artigo definido masculino da segunda expressão "isto é o da Joana" remete para o quê!?
Fica, por isso, o conselho: Não voltemos a falar na pobre coitada que, provavelmente e avaliar pela quantidade de tempo que se fala nela, já deve ter morrido, muito menos da casa dela! Se se entender continuar a usar da falta de respeito para com essa pessoa, pelo menos que se coloque um Sr.ª D.ª antes do nome.
Quanto a mim, vou começar a utilizar a expressão que muito melhor se coaduna com situação de se refilar com alguém, ou algo, quando se quer manifestar desagrado pelo acto mal praticado e pela desordem constatada:
- Mas o que é isto?...Isto é Bagdad em dia vitória da Taça da Ásia, ou quê!?
Pode-se, ao invés mas também, usar apenas um "Isto é o da Maria, ou quê!?..." Quanto mais não seja para poupar a Sr.ª D.ª Joana, e, já agora, o não sei quê dela.
26/07/2007
Flexões repetidas
24/07/2007
23/07/2007
24 minutos de pura realidade
Parece que só os estudantes e PROFESSORES de Harvard e de Princeton é que foram os únicos a revelar uma tremenda cultura geral (ou se calhar não!).
God bless America...
...Porque se God não abençoar a América, não sei quem é que o fará!
Bom filme!...
22/07/2007
Mais outra tentativa!
Estou no prelo!
E estarei sempre,
Enquanto for Sul.
Estou amarelo!
E desde encarnado,
Que me sinto azul.
Estou no prelo.
Mas para a Sorte
E para o Senhor,
Não pus despertador;
Porque não acordo
Com esse martelo,
E ainda hei-de ir pra Norte.
Estou no prelo,
A ser impresso!
Estou dormindo,
E mais não peço!
(Um dia destes tiro o gesso!
Mesmo que acorde já sem cabelo).
20/07/2007
Arqueologia como resposta!
19/07/2007
Modas medíocres

18/07/2007
Músicas dos Gota
Boas escutas!
http://media.putfile.com/14-Viaja-em-mim-Acustico
http://media.putfile.com/13-O-meu-pedido-Acustico
http://media.putfile.com/11-Suaves-Horizontes
http://media.putfile.com/09-Crescer-depressa-demais
http://media.putfile.com/07-Viaja-em-mim
Atenção: estas músicas não foram descarregadas ilegalmente da Internet! Foram convertidas para mp3 a partir de um CD original e colocadas na Internet posteriormente!
O que é a Geoarqueologia?
Nada a dizer!?
Não sei se chegaram a ler, mas no dia da inauguração do Terminal 23 prometi várias coisas. Algumas das quais tinham a ver com a colocação periódica de algumas divagações menos prosaicas. Aqui está uma delas:
NADA A DIZERA não ser...
Dos gordos de boca aberta,
Da vizinha chica esperta
E o cão que só ladra ao serão,
(já agora dos outros que cagam o chão),
Da insónia de chuva
No dia de Verão,
Do azar da bicha
(E essa outra de televisão),
Do vinho a garrafão
que não se sabe vir da uva,
Do adepto da frente, refilão,
Da obrigatória ficha
Para doente do coração,
Do polícia que contesta
O carro em segunda-mão;
Da inspecção,
Dos fartos capachinhos,
Dos que usam terceira pessoa,
Para falar com os filhinhos,
Dos doutores antes do nome,
Da cigana que apregoa,
Dos tios das marcas de feira,
Da casa ao pé da lixeira,
Da funcionária do lar
Que bate no velho a comer,
Do sotaque do padre beirão
(mas principalmente do sermão),
Dos “tunning’s” a acelerar,
Dos que roubam sem se saber,
Dos que dizem prometer,
Do Ferrari do porqueiro
Da Famel do carteiro,
Dos que cantam mal no chuveiro...
...E do que falta acontecer...
...Não tenho nada a dizer.
Cinema, Música e Encomendas

17/07/2007
Saci Pereré
É portanto com imenso orgulho que passo a explanar outra questão que seguramente nos importunou toda a vida:
16/07/2007
Apresentação
